Realmente as dúvidas que nos atingem repentinamente são as piores. Eu, por exemplo, odeio quando alguém me pergunta, assim do nada, "Que dia é hoje?" ou senão a terrível "Tá, mas agora, para onde vamos?". Situações assim caracterizam um verdadeiro ato de barbárie com os menos "descolados", mas convenhamos, nada que se compare com a pérola publicada hoje na coluna de Celia Ribeiro, colunista do jornal Zero Hora. Na pequena nota exibe-se o desesperado pedido de ajuda de Maurício, um cidadão prestes a passar por uma situação no mínimo, insólita.
Leia abaixo a dúvida de Maurício e a resposta da "sábia e preparada" colunista.
MAURÍCIO:
"Fiquei muito embaraçado quando me avisaram que em breve eu receberia a visita de um amigo que mudou de sexo recentemente, após submeter-se a uma cirurgia. Éramos bons colegas de trabalho, mas agora não sei como recebê-lo. Trato-o como antes, estendendo a mão e batendo no seu ombro, ou beijo-o na face como faço com minhas amigas?"
Celia Ribeiro:
"- Em primeiro lugar, o seu amigo está habituado a enfrentar essa situação de estranheza. Logo, deixará você à vontade. Trate-o naturalmente, como antes. Beijá-lo ficaria forçado e, de mais a mais, um homem nem sempre cumprimenta as amigas com o beijo social. Pode usar de cortesia, comentando que ele se transformou em uma mulher bem bonita e desejar-lhe muitas felicidades em sua nova vida. A chave para abrir a barreira de todo constrangimento é pensar como a outra pessoa está se sentindo."
Leia abaixo a dúvida de Maurício e a resposta da "sábia e preparada" colunista.
MAURÍCIO:
"Fiquei muito embaraçado quando me avisaram que em breve eu receberia a visita de um amigo que mudou de sexo recentemente, após submeter-se a uma cirurgia. Éramos bons colegas de trabalho, mas agora não sei como recebê-lo. Trato-o como antes, estendendo a mão e batendo no seu ombro, ou beijo-o na face como faço com minhas amigas?"
Celia Ribeiro:
"- Em primeiro lugar, o seu amigo está habituado a enfrentar essa situação de estranheza. Logo, deixará você à vontade. Trate-o naturalmente, como antes. Beijá-lo ficaria forçado e, de mais a mais, um homem nem sempre cumprimenta as amigas com o beijo social. Pode usar de cortesia, comentando que ele se transformou em uma mulher bem bonita e desejar-lhe muitas felicidades em sua nova vida. A chave para abrir a barreira de todo constrangimento é pensar como a outra pessoa está se sentindo."
Ouvindo: Maturi - Hermeto Pascoal - 1979 Ao vivo em Montreux
Pensado por Um Cara @ 02:33








